Quem
somos?

A
Atlantic Forest Brasil surgiu pela mão de um designer,
que habitando numa área de proteção ambiental,
e apaixonado pela natureza, que transformou tudo o que o rodeava, através
de pesquisas, em inspiração para suas criações.
Em algum
momento de sua vida, morando na APA da Serrinha do Alambari, um paraíso situado
entre Rio e São Paulo, espremido entre estações
turísticas de Penedo e Mauá, concentrou os olhares para
as belezas que o rodeavam, e para uma técnica de pintura que
apesar de conhecida pela comunidade artística, o pontilhismo,
tenta inovar de alguma forma criando imagens com pinturas com tinta
acrílica dimensional, efeito este que cria um sentido à
mais no toque, no que concerne aos produtos, tais como as caixas decorativas,
de sensibilidade diferenciado pelos locais em que se encontram os pontos
de tinta.
Temos certeza
que irão emocionar-se ao possuir quaisquer objetos de nossa criação,
tanto pelo tato quanto pela beleza do visual.
Executamos trabalhos sob encomenda.
Consultas: pcm@atlanticforestbrasil.com
Artesão:
Paulo C. Magno
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Conseguimos
com o tempo, desenvolver outros produtos além de caixas decorativas,
que temos certeza, irão decorar com sucesso sua casa.
Temos também, timidamente porta-retratos, bandejas, vitrais de
imagens sacras, de mandalas e alguns quadros , incentivados pelos amigos.
Com o tempo iremos inserindo produtos novos, e retirando os que já
foram vendidos. Esperamos que gostem e sejam da mesma opinião.
Obrigado.
Abaixo,
construímos dois sites
(por enquanto) para vocês possam usufruir de algumas belezas da
mata Atlântica, cujos desenhos, cores e formas
me impressionaram de forma significativa, e
que me levaram a pintá-las em meus objetos.
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(Cique
na foto para visitar o site)
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(Cique
na foto para visitar o site)
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A
Mata Atlântica
Em sua distribuição
original, a Mata Atlântica estendia-se do Rio Grande do Norte ao
Rio Grande do Sul. O domínio da Mata Atlântica inclui a floresta
ombrófila densa sobre as serras voltadas para o oceano e a floresta
estacional semidecídua, que avança para o interior, além
das matas de restinga da planície sedimentar costeira e dos manguezais
nas margens de rios litorâneos. Formações abertas
também integram esse domínio, como os campos de altitude
(nos trechos acima dos 1900 m de altitude) e as dunas litorâneas.
A mata sobre os morros e as serras costeiras cresce em terrenos com declive
variável, sobre um solo pouco profundo e com afloramentos rochosos.
O alto índice de chuvas contribui para a existência de uma
vegetação densa, cuja diversidade de espécies é
considerada uma das maiores do planeta. Posicionadas acima de 20 m de
altura, as copas das árvores formam uma cobertura (dossel) que
reduz a penetração de luz. Isso contribui para a abundância
de plantas epífitas (bromélias e orquídeas) nos ramos
das árvores e também para o grande tamanho das folhas de
ervas e arbustos próximos ao chão da mata. Folhas, ramos,
troncos e frutos caídos formam uma camada espessa no solo, cuja
decomposição deixa nutrientes disponíveis para as
plantas e outros organismos. É neste mosaico ambiental que se encontra
uma grande variedade de animais, inclusive serpentes. Entretanto, o impacto
causado pelo desmatamento, ocupação imobiliária,
poluição industrial, caça e extração
vegetal ameaça essa grande biodiversidade.
Os decretos que regulamentam essas ações humanas e determinam
a criação de unidades de conservação foram
medidas protecionistas insuficientes para impedir que se chegasse ao cenário
de hoje, quando restam apenas 8% da área original da Mata Atlântica.
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